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Archive for abril \29\UTC 2009

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>> O jovem anda retraído, deprimido, cansado e descuidado do aspecto pessoal [cabelo e barba por fazer, unhas sujas e mal cuidadas]. Ele ainda se torna agressivo, tem atitudes violentas.

>> Ele muda radicalmente o grupo de amizades.

>> Se estuda, mostra dificuldades na escola e perde o interesse por passatempos, esportes e hobbies. Se trabalha, começa a faltar e ficar relapso.

>> O usuário muda seus hábitos alimentares, deixa de se alimentar com freqüência e passa a sofrer com distúrbios de sono./

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>> Usa desodorantes para disfarçar cheiro, fica com os olhos vermelhos, as pupilas dilatadas e usa colírios.

>> Mantém conversas telefônicas com desconhecidos, começa a sumir com objetos de valor na casa.

>> Adota mudanças no visual, usa roupas sujas e faz apologia a drogas.

>> No caso da maconha, quando há caixas de fósforos furadas no centro, ou piteiras e cachimbos, que permitem fumar o cigarro de maconha até o final sem queimar os dedos ou os lábios; papel de seda (para enrolar a droga); tem manchas amareladas entre as pontas dos dedos e queimaduras e há cheiro nos lençóis./

>> No caso da cocaína, encontrar cartões de crédito e lâminas (para pulverizar o pó) e canetas sem carga (para aspirar) são sinais de uso./

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>> Também é importante perceber se o nariz da pessoa sangra com freqüência ou apresenta corizas, se apresenta dificuldade para falar, se gasta mais dinheiro e sai mais de casa, ou passa noites insones.
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Fonte: Jornal A Notícia.

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Como saber se é vício?

Esqueça o velho estereótipo de que todo dependente tem a vida desregrada e coleciona passagens por clínicas de reabilitação. “Há usuários crônicos que trabalham, estudam, levam um dia-a-dia aparentemente normal”, diz o coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), Ronaldo Laranjeira. A dependência se desenvolve em estágios. E apenas os casos mais graves e avançados necessitam de internação. “Só neste ano quase 1,1 mil pessoas iniciaram tratamento comigo na Unifesp apenas com terapia ou medicamentos.”

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CRISTINA NÃO SE ACHAVA DEPENDENTE

Ela administra uma empresa, faz musculação e caminhada de segunda a sexta-feira, freqüenta um curso de pintura. Nos fins de semana, pega um cineminha, segue roteiros turísticos com o namorado, cai na balada. A rotina de Cristina Nascimento, 28 anos, é, enfim, produtiva. E estaria na mais pura normalidade não fosse por um detalhe: ela estrapolou o limite pouco visível que separa o uso constante de drogas da dependência. “Demorei a perceber meu vício porque nunca modifiquei minha vida”, conta. “Comecei a cheirar cocaína em 2001, de farra, com amigos, e onze meses depois já consumia cinco papelotes por dia.” Cristina percebeu que, sem a cocaína, ficava irritada, triste, hiperativa, ansiosa. A disposição para os exercícios físicos diminuía. Ela, então, pediu ajuda. Contou aos pais e eles a encaminharam para o consultório do psicólogo Douglas La Femina, ligado à ONG Amor Exigente (de apoio a dependentes e seus familiares). Quando chegou, Cristina ainda não acreditava que estava viciada. Mas até hoje faz tratamento – porque sabe que ainda está sujeita a recaídas. “As mulheres, em geral, têm mais dificuldade de assumir a dependência. Acham que vão parecer vagabundas aos olhos das outras pessoas”, afirma La Femina.

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VIDA DE CAMILA PERDEU A GRAÇA

A estudante Camila Pereira, 19 anos, fumava maconha com regularidade já há algum tempo. Mas foi quando descobriu a cocaína que sua vida mudou – para pior. “Todas as coisas de que eu gostava, as pessoas mais bacanas, as festas mais legais perderam a graça. Depois de um tempo usando pó, eu só conseguia curtir se estava ‘cheirada’.” Ela foi alertada pelos amigos a pedir ajuda. E recorreu à internet para encontrar informações sobre como sair dessa. Listou vários programas de atendimento e acabou recorrendo ao Centro de Apoio à Dependência Química, que oferece tratamento gratuito.

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“Cerca de 85% das pessoas que nos procuram não têm consciência de que a dependência é uma doença”, diz o psicólogo Frederico Eckschnidt, coordenador do programa. Qualquer um que não esteve no planeta GL 581 nos últimos anos sabe que encontrar drogas é facinho. De acordo com pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), realizadas em domicílios de todo o país em 2005, 8,8% da população brasileira já teve contato com maconha. Em 2005, o número era menor: 6,9%. E mesmo quem cria a legislação sabe disso. Uma lei promulgada em julho deste ano em São Paulo,por exemplo, obriga as casas noturnas a instalarem bebedouros para freqüentadores – isso porque drogas sintéticas como o ecstasy provocam uma desidratação tão profunda que pode levar à morte súbita. Nesse caso, o raciocínio dos legisladores foi o seguinte: em vez de fingir que ninguém usa, é melhor diminuir os riscos. Levando essa lógica para a escala pessoal, a descoberta do vício segue a mesma linha. Se está na dúvida, um usuário deve fazer a pergunta-chave: eu posso mesmo viver sem isso?

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COMO SABER SE VOCÊ ESTÁ DEPENDENTE

Mas, afinal, como saber se é vício? Mais do que a quantidade de droga que uma pessoa usa, a relação que tem com ela é o que determina. Quem só consegue dormir depois de fumar um baseado ou tomar meia garrafa de vinho, por exemplo, já vive um tipo de sujeição com aquilo que, originalmente, consumia para ter prazer. É claro que o aumento na freqüência de uso e no volume das substâncias também é sintoma de que o vício está se instalando. A droga ainda cobra seu preço na cama – o desempenho sexual vai aos poucos ficando prejudicado, a libido diminui.  Mas, apesar dos sintomas, encarar o vício exige coragem. Não é fácil admitir que está complicado se divertir sem ajuda química.

TIRA-TEIMA
Entre o uso recreativo de drogas e a dependência há uma série de situações intermediárias. Mas o vício pode ser notado quando:

>> O desempenho sexual é colocado em xeque.
>> A disposição para o trabalho e os estudos começa a diminuir.
>> O divertimento em uma festa passa a depender da substância.
>> A falta de drogas deixa a pessoa irritada, ansiosa, hiperativa, impulsiva e, em alguns casos, depressiva.
>> O usuário começa a largar mão de relacionamentos, exercícios e lazer.
>> Sente-se necessidade de aumentar progressivamente o volume de consumo porque as doses habituais já não fazem mais efeito.

Fonte: Revista Glow

Drogas? NÃO! NÃO! NÃO!

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By David Carson

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CIGARROS ENCOLHEM PINTOS.

Se as empresas de tabaco podem mentir, então nós também podemos.

*Campanha Anti-Fumo por David Carson (designer)*

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Non Smoking Area

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ESQUEÇA o cigarro.

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*Slogan: Acha que isto está te deixando bonita?*

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Influenciáveis

Eles são geralmente inseguros, adoram seguir os passos da moda e sentem prazer com situações perigosas. Por causa destas características, os adolescentes são alvos fáceis do tráfico e acabam sendo envolvidos pelo vício rapidamente. E por mais que tentem, os muros das escolas não são altos o suficiente para impedir a entrada das drogas e das histórias que envolvem estudantes e seu uso. Então, qual a solução para evitar que elas corram de mão em mão, debaixo das carteiras da sala de aula? Clique aqui para descobrir algumas respostas na reportagem Não fale, Não ouça, Não veja do jornal A Notícia.

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