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Archive for março \31\UTC 2009

Drogas no Futebol

Robinho + Ronaldo + Maradona

“Me pediram para não citar nomes, mas eu vou citar. O Maradona foi um exemplo negativo. Ele foi um excelente jogador e infelizmente vejam o que aconteceu com ele. A maioria dos jornalistas fala em droga no futebol, mas na verdade são poucos os casos. Há milhões de jogadores em todo mundo. É injusto se falar droga no futebol só por causa de um ou dois casos, como o que aconteceu com Ronaldo, com o Robinho que teve esse problema. Por isso falei que o Kaká é um exemplo e além dele tem outros como Platini, Beckenbauer e muitos outros. Tem muita gente boa e é injusto pegar só um caso isolado.”

Pelé.

 

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Algumas Verdades

Muito se fala sobre políticas de combate às drogas, mas poucos resultados são obtidos para  diminuir realmente seus danos para as sociedades, que vivem iludidas em pensar que apenas a repressão pura e simples resolveria ou ainda que todo caso de violência estaria associado ao uso e tráfico de entorpecentes. Ou seja, não se trata apenas de lutar contra as consequências, mas sim contra as causas e origens.

É bom lembrar também que estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) provam que periferias e bairros carentes de centros esportivos, bibliotecas, salas de cinema e teatro são mais vulneráveis ao uso e tráfico de drogas. Faltam políticas sociais contínuas nestas áreas.

O fato é que somente ações policiais e militares não resolvem, conforme reconheceu, inclusive, a maioria dos países que se reuniram, em Viena, sob a égide das Nações Unidas para definir novas diretrizes para os próximos dez anos.

Em todos os seus estágios e com suas características peculiares, as drogas devem ser entendidas no seu contexto social, cultural e econômico. Uma mesma regra de uso e legalização não pode servir, obviamente, para todos, sob o risco de produzir efeitos danosos e irreversíveis à sociedade e aos jovens. O exemplo de Amsterdã, com seus coffee-shops, é, certamente, interessante para a cultura holandesa de combate ao tráfico de drogas, como heroína e cocaína, mas a legalização da maconha não pode ser aplicada indiscriminadamente em qualquer lugar.

Jimmy + Janis + Billie

 

Do ponto de vista cultural e artístico, sabe-se que experiências com drogas levaram os Beatles a viagens alucinógenas, que acabaram influenciando gerações de jovens nos anos 60, nem sempre bem-sucedidas. São lastimáveis os casos de consumo exagerado de drogas pelos gênios do rock Jimi Hendrix e Janis Joplin, ou então, pela diva do jazz Billie Holliday. Tampouco pode se aprovar o uso do qual fizeram os poetas românticos franceses do século XIX, como Charles Baudelaire  (A flor do mal) e Arthur Rimbaud (Uma estação no inferno), que escreveram belas obras sob os efeitos das drogas. Não se trata, portanto, de copiá-los: eles sofreram até o fim de suas breves vidas em troca da  devoção para criação e no âmbito de suas épocas.

Em Viena, no dia 11, o presidente da Bolívia, Evo Morales, mastigou folha de coca no auditório da ONU para provar que a planta não é uma droga e pediu sua retirada da lista de substâncias proibidas. O problema é que ela serve de matéria-prima para a produção de cocaína pelos cartéis colombianos, uma das mais poderosas redes de narcotráfico do mundo, assim como também é usada como erva medicinal, há mais de três mil anos na cultura andina, inclusive, como remédio contra os efeitos da altitude. Por isso, seria fundamental permitir o cultivo de certas substâncias para o uso controlado por respeito a tradições culturais e para o bem da medicina. 

Evo Morales

O foco para resolver este terrível mal deveria ser, principalmente, o da saúde pública, da prevenção e do tratamento. Os resultados são igualmente promissores com o fortalecimento dos laços familiares para evitar que o vazio afetivo e o silêncio do diálogo sejam substituídos pelo bombardeio destrutivo das drogas. Vale a pena enfatizar que a estratégia mais eficaz contra elas é, segundo especialistas da ONU, a criação de ambiente familiar e educacional para ajudar crianças e adolescentes a superarem dificuldades e conseguirem resultados positivos na vida. Caso contrário, o caminho para as drogas estará aberto.

*Texto retirado do site do Jornal A Tarde.*

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Maconha

Quando se discute a legalização da maconha no Brasil, muitas pessoas acreditam que irá surgir um quadro simples, onde o temido traficante se tornará, de um dia para o outro, um comerciante de respeito, respaldado pelas leis vigentes. Há também o discurso de que países de primeiro mundo, como a Holanda, já descriminalizaram o uso da droga – e quem é que não tem um amigo maconheiro que sonha ir a Amsterdam?. A “novidade” é que o conto de fadas não deveria ser contado assim.

É claro que o raciocínio vai parecer (e é) careta, mas não posso acreditar que liberar a maconha, para o consumo, trará benefícios ao país. Meu primeiro argumento é que os traficantes não deixarão de ser traficantes porque um item, entre todos os “produtos” que oferecem, foi legalizado. Eles continuarão a vender a cocaína, o crack, o ecstasy e as demais drogas químicas que surgem a cada dia. O que eu quero dizer é: caso a defendida “liberação” da maconha não seja a tentativa de dar fim ao tráfico, a discussão se torna unilateral e pobre, já que parte do desejo de criar uma lei em privilégio de uma minoria e não da sociedade em geral.

Segundo ponto: o mito de Amsterdam. Comparar a legalização do consumo da maconha entre dois lugares cultural, econômica, política e socialmente diferentes já é um argumento fraco. E depois, a Holanda não é a “terra sem lei” que muitos imaginam; é salutar lembrar que lá a maconha não é ‘liberada’ e sim ‘tolerada’. Ou seja, existem lugares específicos para se comprar drogas naturais sem aditivos químicos (cogumelos e versões herbais de ecstasy servem de mais exemplo). A venda também é controlada por usuário nos coffee shops, estabelecimentos licenciados para a aquisição e consumo de pequenas quantidades de maconha. Isso equivale a dizer que sair fumando pelas ruas pode ser considerado uma afronta pelos guardas locais, portanto, é ato não-indicado, assim como portar “doses” excessivas de droga.

É bem verdade que todo malefício da maconha tem sido suavizado pelo surgimento de drogas tidas como mais nocivas ao organismo humano. Representantes da classe dos artistas, jornalistas, políticos etc. já se manifestam abertamente em favor da descriminalização e a patologia, que é a dependência química, vai cedendo lugar ao modismo ideológico do “legalize já”. Mas eu não posso deixar de imaginar que por trás de tanta vontade engajada exista alguém que não queira arriscar a vida subindo um morro (ou descendo uma grota), não deseja escancarar seu endereço em serviços delivery (o disk-droga) e prefere, enfim, pensar que futuro próspero é poder descer da altura de seu apartamento, comprar uma quantidade qualquer de maconha e pagar com cartão de crédito.

E não há quem me tire da cabeça que é esse o bom maconheiro que o Brasil não precisa.

*Retirado do blog Mala Jornalística.*

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Pou-Pourri dos melhores comerciais da campanha Drogas, Nem Morto:

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Outros Olhos

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Recomeço

Marc Jacobs

“Adorei a estada na clínica de recuperação, foi muito educativa. Foi bom ter feito terapia, olhado para dentro e visto do que eu estava fugindo quando recorria à bebida e às drogas. Continuo a ver um psiquiatra uma vez por semana. Além disso, faço duas horas e meia de academia todo dia e contratei uma nutricionista.”

Marc Jacobs, estilista.

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Fim

Logo

 

Chega ao fim a primeira de várias campanhas que fazem parte do PA de Comunicação Interna do 6º Período de Relações públicas da PUCPR. Durante 10 dias, várias ações movimentaram os alunos e professores para o melhor conhecimento do Exame Multidisciplinar. Agora ficamos na expectativa da próxima campanha, que será sobre o Enade.

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